Igreja e República

22 04 2010

Sara Augusto

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Este ano não vou poder estar em S. Cristóvão de Lafões. É um lugar lindo, onde já passei bons tempos, conheci e redescobri pessoas que têm lugar cativo no meu coração. É um lugar de paz e de sabedoria. Votos de bom trabalho para quem puder ir.

VI Encontro Cultural

de

São Cristóvão de Lafões


Igreja e República:Mito(s) e História(s)


Mosteiro de São Cristóvão de Lafões

7 e 8 de Maio de 2010





Indagações

5 11 2009

Sara Augusto

 

 

VaticanoO estudo da literatura de viagens no contexto da literatura portuguesa tem sido ocupado quase exclusivamente com a literatura produzida no âmbito da expansão ultramarina, abrangendo diários, relatórios, relações, relatos, roteiros, cartas, todo uma produção capaz de fazer a história dos descobrimentos portugueses desde o extremo Oriente até ao sertão do Brasil. O prolongamento desta literatura pelo século XVII e XVIII adiante foi feito sobretudo pelo recurso aos relatos de naufrágios, realçando a narrativa de aventuras por mares inóspitos, a espectacularidade do desastre marítimo e a visualização do sofrimento e do heroísmo.

Isto significa que uma percentagem significativa da literatura de viagens, neste caso não só as viagens a Roma mas também as viagens pelo resto da Europa, foi esquecida desde muito cedo por não corresponder a uma tipificação estabelecida pela viagem ultramarina. Este facto torna-se evidente quando verificamos a quase total inexistência de registos impressos das viagens a Roma, tendo-se mantido até agora os manuscritos guardados nas secções de livro antigo das bibliotecas e dos arquivos.

Contudo, estas narrativas, relações, relatos e descrições da viagem romana, são de fundamental importância para a literatura portuguesa, pelo facto de permitirem o desenho do contexto envolvente da viagem, pelas referências a personagens e factos, descrição de rotas e locais, oferecendo com frequência visões amplas da sua época. Esta envolvência torna-se ainda mais importante na época barroca, período em que encontramos o maior número destas narrativas à cidade dos Papas, uma vez que o discurso barroco privilegia aspectos diversos e distintos, optando por um discurso mais atento à descrição de personagens e ambientes, focando a atenção na ostentação e curiosidade artística.

Colocando-nos, então, na época barroca, colocam-se duas questões: por que razão se vai a Roma? Por que se regista a viagem?





Paulo de Tarso

28 10 2009

Sara Augusto

 

Paulo de TarsoPodem ver o programa aqui.

 





Segunda Guerra Mundial

16 10 2009

Sara Augusto

 

 

Visitar Varsóvia pode ser uma experiência complicada. Toda a cidade foi destruída e a catedral e o castelo de hoje são o resultado de uma tarefa imensa de reconstrução com base em quadros, que representavam a cidade, e planos antigos. Em cinquenta anos a cidade renasceu, pouco a pouco, cada vez mais elegante e cosmopolita.

Depois da guerra ficou assim (fotos expostas no castelo real):

Varsovia 169

 Varsovia 171





Warszawa

14 10 2009

Sara Augusto

 

 

O Parque Lazienki continua a ser um dos meus preferidos de Varsóvia, a pouco mais de 20 minutos a pé do Centrum e do Palácio da Cultura. Desta vez estava sol, um belíssimo Outono Dourado, com uma luz que ao fim da tarde fazia apetecer ouvir Chopin. Há quase dois anos, na minha última visita, chovia e estava imenso frio e o palácio levantava-se das águas, meio escondido na bruma. Desta vez os contornos eram mais claros e luminosos, mas a magia era a mesma. Além do link, ficam algumas das minhas fotografias.

Varsovia 101

Varsovia 091

Varsovia 128

Varsovia 132

 Varsovia 109








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