Queria abraçar-te, muito e sempre. Mas mais do que abraçar-te, queria segurar na mão o teu coração. Acalentá-lo, sossegá-lo, com amor, com reverência. O teu coração. O teu coração sofrido, feito maior na dor e na esperança, alegrando-se com os gestos mais simples, com a vida. O teu coração de mãe.

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